Apesar da grande alavancada sofrida nos últimos anos - de Harry Potter à Crepúsculo -, a literatura fantasica ainda sofre com o preconceito de uma sociedade retrógrada e de não incentivo a leitura.
O Brasil nunca teve uma cultura de leitores ativos e vorazes. É fácil perceber o porquê disso quando se é levado em conta como crianças e adolescentes, que poderiam muito bem ser uma geração culta e leitora, não são incentivados em momento algum a abir um livro, mas passam direto à tevê, pulando de canal em canal - de um besteirol ao outro.
Sem mencionar o quão desolador é perceber que escolas e bibliotecas, que deveriam ser as principais fontes de incentivo, acabam traumatizando e afastando ainda mais crinaças e jovens ao tentar enfiar 'goela a baixo' classicos que nenhum não-leitor teria capacidade de entender e apreciar.

